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Dicas

Confira as dicas dos nossos profissionais com relação a saúde.

Precisamos estar atentos sobre as matérias e publicações em nossa área. Aqui nossos profissionais estarão atualizando de forma bem dinâmica, os artigos publicados de maior relevância a nível mundial, bem como textos importantes para prevenção de problemas de saúde.

PSIQUIATRIA, PSICOLOGIA, PSICANÁLISE; DIFERENÇAS

Em nossa atuação profissional, somos geralmente questionados sobre a diferença, entre o trabalho do Psiquiatra, do Psicólogo e do Psicanalista.
Que diferenças são estas?
• O Psiquiatra é o profissional que se graduou em medicina, fez uma especialização em psiquiatria. Esta pessoa vai cuidar do diagnóstico e tratamento dos transtornos psiquiátricos apresentados por seu paciente prescrevendo medicação e/ou psicoterapia.
• O psicólogo é o profissional que se graduou em Psicologia Clínica, e após diagnóstico, atua buscando adequar o comportamento do sujeito ao meio em que ele vive, através de psicoterapias, que é o trabalho terapêutico baseado no corpo teórico da linha psicológica a qual este psicólogo escolheu para atuar, ou seja, a psicoterapia é o uso clínico com intuito terapêutico do conhecimento teórico da psicologia.
• O Psicanalista? Quem é este profissional?
Este profissional deve ser preferencialmente graduado em Medicina ou Psicologia. Porém as universidades não formam Psicanalistas, sua formação acontece junto aos Institutos de Psicanálise, que balizam a formação do analista, pelas orientações de Instituições Freudianas e ou Lacanianas Internacionais, que são depositárias e responsáveis pela divulgação e estudo, das obras Freudianas e ou Lacanianas, bem como a continuação de sua elaboração.
O Psicanalista se utiliza na sua prática profissional de todo esse arcabouço teórico para ajudar o sujeito a responsabilizar-se pelo seu desejo. Lacan nos coloca que a neurose protege o sujeito da realidade, pois nela há sempre alguém para se culpar, a análise vai substituir a culpa pela responsabilidade. Responsabiliza o sujeito pelo seu desejo. Para Lacan:
“... o analista é aquele que sustenta a demanda, não como se costuma dizer, para frustrar o sujeito, mas para que reapareçam os significantes em que sua frustração está retida.” (Lacan – Escritos – 1958 – A direção do tratamento – pg.624)

Terapias hormonais que prometem frear envelhecimento são proibidas

Saiu no Jornal Nacional do dia 19/10/2012

Resolução afirma que a falta de evidências científicas e os malefícios que trazem à saúde não permitem o uso desses tratamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu os médicos de receitarem indiscriminadamente tratamentos com hormônio que prometem frear o envelhecimento.
Dezenas de cápsulas, pomadas, doses diárias de hormônios que prometem a fonte da juventude. Tratamentos que chegam a custar mais de R$ 1 mil por mês, mas que agora estão proibidos pelo Conselho Federal de Medicina.
A resolução afirma que a falta de evidências científicas e os malefícios que trazem à saúde não permitem o uso de terapias hormonais com o objetivo de prevenir o envelhecimento.
“Há uma venda de ilusões com esse apelo de dizer que esses produtos impedem o envelhecimento. Não é. O envelhecimento é um processo biológico que todos nós, se quisermos viver bastante tempo, vamos ter que atravessar”, esclarece o presidente do CFM, Roberto Luiz d'Avila.
É importante que fique claro que hormônios muitas vezes são indicados, e até extremamente recomendados, para alguns pacientes que apresentam deficiências hormonais, como por exemplo, crianças com problemas de crescimento e algumas mulheres quando chegam à fase da menopausa. O que o Conselho Federal de Medicina condena é a oferta indiscriminada de hormônios por médicos que oferecem tratamentos, supostamente, milagrosos.
Há dois meses, o Fantástico mostrou flagrantes de médicos que prometiam o impossível. E sempre com a garantia, falsa, de prevenir o câncer. O problema é que hormônios em excesso ao invés de prevenir, podem provocar doenças.
“É no mínimo gastar muito dinheiro e não encontrar nenhum resultado no final. Ou pior ainda, desenvolver alguma doença pelo uso crônico de uma medicação que não foi bem avaliada, por exemplo, um câncer”, ressalta o geriatra da Santa Casa de São Paulo Milton Gorzoini.
Conselhos Regionais de Medicina investigam os quatro médicos apresentados na reportagem do Fantástico. Por desrespeitarem resoluções anteriores do Conselho, eles podem perder o direito de exercer a profissão.
Os médicos que defendem esse tipo de tratamento disseram que as terapias são preventivas e baseadas em pesquisas.

A chegada do frio e as doenças

Com a chegada do frio ocorrem algumas mudanças em nossos hábitos: mudamos as vestimentas, aumentamos a ingestão de alimentos calóricos, tendemos a querer dormir um pouco mais e, por vezes, deixamos de ir a algum evento social para nos abrigarmos dentro de casa.
Tudo isso são medidas que adotamos visando buscar a readaptação do nosso organismo às condições climáticas. Quando essa readaptação falha, podemos adoecer.
Da mesma forma do ponto de vista psicológico, podemos dizer que uma pessoa se desadapta quando enfrenta conflitos internos e/ou com seu meio social - na sua família, trabalho ou comunidade.
Isso pode gerar sentimentos de desamparo,ansiedade, insegurança, medos e angústia. Acabamos manifestando os nossos desconfortos com as situações que vivemos na forma de uma noite mal dormida, uma dor de cabeça, uma voracidade alimentar, uma constipação, ou, ainda, o uso contínuo de medicamentos.
Esses comportamentos e sentimentos, quando cronificados, podem levar às doenças.
O nosso corpo expressa por meio das doenças um pedido de ajuda na busca da solução de suas dificuldades, das nossas desadaptações ao clima emocional que estamos vivenciando.
A saúde, por sua vez, é decorrência de uma vida criativa e descontraída, de ter prazer no que se faz, de se sentir capaz e útil, de manter uma alimentação saudável e sono tranquilo e, por fim, de manter relações afetivas harmoniosas, amando e sendo amado.

Fiz a cirurgia bariátrica e agora?

Fiz a cirurgia bariátrica e agora?
-Aspectos emocionais após a cirurgia bariátrica -
por Mariane Rohenkohl - Psicóloga

A decisão de fazer a cirurgia bariátrica passou por rigorosos critérios físicos e emocionais.
Houve toda uma preparação para que tudo ocorresse da melhor forma possível.
O procedimento cirúrgico ocorreu com maestria, e o planejamento nutricional vem sendo seguido de acordo com as orientações. Retomaram-se as atividades físicas com o desenvolvimento de um programa adequado as modificações corporais que estão se estabelecendo.
E como fica o seu emocional?

Aquele desejo anterior frustrado de emagrecer, agora começam a se realizar.
Antes você não tinha o domínio do seu impulso de comer.
Agora vai ter de arcar com vários desejos orais insatisfeitos.
Terá de sair da passividade e do sedentarismo , para voltar a ser senhor de si.
Esta iniciando o processo de ter de se reapropriar do seu corpo que está em plena modificação.
O que antes pode ter sido um engordar lento e gradativo guardado numa remota lembrança,
agora pode se tornar um emagrecer brusco e palpável.

A partir de agora deverão prevalecer os seus desejos do saudável, do belo e do adequado.
Por mais que você tenha decidido realizar essa caminhada, será que estará preparado para andar sozinho por ela?
Será que esta ciente e forte o suficiente para se engajar nessa grande mudança do seu corpo e consequentemente da sua vida?

Vivenciar essas modificações é muito diferente de desejá-las.
Aquela pessoa, que você foi nos últimos anos ,não vai mais existir dentro de pouco tempo.
Você vai se recriar.
Será que você vai gostar da pessoa que está surgindo?
Será que os outros vão gostar mais ou menos de você a partir de agora?
O que você vai fazer com todos aqueles sentimentos que o levaram a ser obeso?

Não são somente as roupas largas que você vai deixar para trás, mas todo um estilo de vida, de hábitos e de companheiros de orgia gastronômica.
Você vai desocupar o lugar tão conhecido do obeso no contexto familiar e social que ocupava.
Isso tudo implica numa grande modificação de sentimentos e comportamentos seus e de sua família.
Até o seu orçamento pessoal vai mudar.
Inicialmente virão despesas com novas roupas e os tratamentos , mas aos poucos irão diminuir os gastos com a comida, com remédios, e com doenças.
Surgem novos valores, amplia-se um novo mundo.
Tudo isso vai mexer com a sua vaidade e virá a preocupação com uma nova estética.
O lazer poderá ser outro, os prazeres certamente serão outros.
A partir daí os amigos e companheiros também poderão ser outros ,no caso dos antigos não puderem acompanhar as transformações que irão ocorrendo na sua vida.
Será que você está preparado para tudo isso que está vindo pela frente?
Vai ter de mexer e enfrentar velhas feridas sociais e emocionais, que você tinha abandonado ou trocado pela comida.
Velhos amores e dissabores.
Vai ter de rever seu amor próprio e sua autoestima.
Surgirão novos comportamentos e sentimentos.
Haverá uma metamorfose emocional além da física.
Surgirá um novo EU.

A obesidade sob o olhar psicológico

A obesidade pode ser considerada uma doença epidêmica de conseqüências comprometedoras tanto para a saúde física quanto para a saúde mental, apresentando desordens físicas e psíquicas que se manifestam através do corpo,e fazendo parte das doenças consideradas psicossomáticas.
Na década de 30 a obesidade era incluída dentro dos distúrbios das glândulas endócrinas, e a partir das décadas de 40 e 50, que a aproximação com a questão psicológica começou a receber maior ênfase, e só mais recentemente é que os fatores emocionais começaram a ter importância para os profissionais que lidam com o excesso de peso.
A obesidade é uma condição complexa no ser humano. As pesquisas demonstram a influência da cultura, ambiente, história familiar, estrutura de personalidade e do inconsciente das pessoas com excesso de peso nelas. Existem fatores de personalidade que podem conduzir ou manter o excesso de peso.
O indivíduo obeso pode estar em contínuo sofrimento psíquico ao ter que enfrentar problemas como a frustração, o abandono, a solidão e a incompreensão frente as suas dificuldades, todos decorrentes de sua doença.
Na pessoa obesa existe uma disfunção dos mecanismos de saciedade, ela pode não comer de forma precipitada ou voraz, mas ela come de forma continua enquanto houver comida disponível, não sendo capaz de parar de comer.
Os indivíduos com excesso de peso, em função de sua conduta impulsiva frente à comida, apresentam diferentes maneiras de fazer contato com a realidade, devido as suas dificuldades em obter insight reais, e ao uso de mecanismos de defesa especiais, e por isto, podem ser incluídos dentro dos portadores de psicopatias.
Do ponto de vista psicológico, a obesidade é uma expressão física de um desajustamento emocional. Pessoas obesas podem utilizar a alimentação compulsiva como meio para lidar com seus problemas internos.
Um perfil psicológico comum presente em muitos casos de obesidade inclui características como a auto-estima baixa, carência afetiva, insegurança, auto piedade, ausência de autocontrole, vergonha, não aceitação do problema, temor de não ser aceito ou amado, culpa, desamparo, intolerância, passividade e submissão, entre outros.
O obeso é descrito geralmente, do ponto de vista emocional, como uma pessoa imatura e muito sensível a frustração, ou seja um indivíduo que recorre à comida como forma de compensação do afeto que carece, e que ,por vezes, sente que nunca recebe o afeto da maneira que merece.
A pessoa obesa é alguém que tem sua sexualidade fortemente reprimida, ou que utiliza obesidade como defesa de seus impulsos sexuais, ou ainda um indivíduo que utiliza a obesidade como defesa contra a frustração e contra a exposição aos relacionamentos sociais. De um modo geral, os obesos têm a auto-estima muito baixa e sentem que as outras pessoas os desprezam.
Os obesos têm dificuldade em gerenciar a fome e a distingui-la de sensações desagradáveis como desconforto e ansiedade. De uma maneira geral, percebe qualquer mal-estar falsamente como fome, talvez por fazer a ligação da comida com o objeto que nutri e logo conforta as sensações desagradáveis, ao mesmo tempo que remete inconscientemente ao amparo materno perdido ou inexistente.
A pessoa gorda não é simplesmente alguém que nasceu com apetite enorme e só pensa em comer. É preciso perceber que a obesidade cria uma enorme carga psicológica, e que esta carga pode ser o maior efeito adverso da obesidade, visto que a obesidade está relacionada a fatores psicológicos como o controle, a percepção de si, a ansiedade e o desenvolvimento emocional.
A obesidade pode ser conseqüência de severas perturbações no comportamento alimentar, e deve ser caracterizada como um transtorno alimentar que constitui uma manifestação bio-psico-social influenciada por diversos aspectos em que o ser humano é envolvido. Dentre esses aspectos podemos verificar fatores como a genética, o estresse, a baixa auto-estima, a pressão cultural para uma forma corporal magra, a exposição a comportamentos disfuncionais relativos a alimentação, as dificuldades nas relações interpessoais. Ressaltamos que esses aspectos , conjugados a outros aspectos particulares do individuo, resultam na instalação e manutenção desse tipo de transtorno.
O obeso eventualmente apresenta também transtornos emocionais como depressão e ansiedade, e distúrbios orgânicos como os cardiológicos, hidroeletrolíticos e dentários, que associados as conseqüências do transtorno alimentar, podem levar , em uma medida estrema, a morte do portador.

Dra. Mariane Beatris Rohenkohl

A Psicoterapia como uma forma de estudo da historia do Desenvolvimento do Indivíduo

A Psicologia se baseia no estudo do Desenvolvimento Humano.
Se foca na relação entre o tempo e a existência humana.
Procura descrever e estudar as mudanças que ocorrem nos modos de pensar, sentir e agir ao longo da vida.
O desenvolvimento individual é um processo lento e gradual de mudanças.
Nesse processo cada um, a sua maneira e no seu tempo, dá sentido a sua vida.
O presente, o passado e o futuro são demarcações individuais da existência.
Apesar de o tempo ter um fluxo constante, sua organização e ritmo são criados por nossos pensamentos e atividades individuais.
A vida e os valores de uma pessoa só podem ser compreendidos se considerarmos o contexto histórico na qual ela vive.
O processo terapêutico visa analisar esse contexto no qual a pessoa se desenvolve, no qual atua, e no qual se desenvolveu durante a sua vida, buscando compreender o modo como essa pessoa sente, pensa e age.
A partir dessa compreensão o paciente passa a ter maior consciência de si, dos seus valores, auxiliando-o, assim, a buscar a satisfação das suas reais necessidades, e diminuindo conseqüentemente o seu sofrimento.
Através da psicoterapia a pessoa passa a compreender quem é, o que quer, e o que é possível alcançar dentro das suas potencialidades e da realidade que o cerca, facilitando o seu pleno desenvolvimento. Essa compreensão de si mesmo a auxilia no seu processo de mudança de sentimentos , pensamentos e comportamentos que forem por ela percebidos como geradores de sofrimento para si e para os outros, se assim ela necessitar e desejar mudar.

OBESOS PERDEM ATÉ 8 ANOS DA EXPECTATIVA DE VIDA, DIZ ESTUDO

Pesquisa canadense usou modelo de computador para mapear riscos e calcular impacto do peso sobre saúde em diferentes idades.

A obesidade mórbida pode cortar em até oito anos a expectativa de vida de uma pessoa e causar décadas de problemas de saúde, diz um estudo canadense.
O mesmo relatório também observou que ser obeso na juventude pode ter consequências ainda mais graves sobre a saúde e a expectativa de vida.
Os cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, dizem que problemas cardíacos e diabetes tipo 2 eram as principais causas de complicações de saúde e morte nos casos analisados.
Segundo os especialistas, as pessoas são freqüentemente “ignorantes” sobre as consequências da obesidade.
Os problemas de saúde causados pela obesidade, porém, são bem conhecidos.
O relatório, publicado no Lancet Diabetes e Endocrinology, usou um modelo de computador para mapear riscos e calcular o impacto do peso sobre a expectativa de vida em diferentes idades.
Na comparação com pessoas entre 20 a 39 anos de idade com um peso saudável, obesos da mesma faixa etária perdem 8,4 anos de vida, se homens, e 6,1, quando mulheres.
No caso dos homens, eles ainda viveram pelo menos 18,8 anos com a saúde debilitada – no das mulheres, foram mais 19,1 nessa condição.
Considerando-se um grupo de idade dos 40 aos 50 anos, os homens obesos perderam 3,7 anos e as mulheres 5,3 anos de expectativa de vida.
Homens e mulheres que se tornam obesos em seus 60 e 70 anos de idade perdem um ano de vida – mas enfrentam pelo menos 7 de saúde precária.
‘Padrão claro’
“Nosso estudo mostra que a obesidade está associada a um risco aumentado de desenvolver doenças cardiovasculares, incluindo doença cardíaca e acidente vascular cerebral, e diabetes, que, em média, reduzem drasticamente a expectativa de vida de um indivíduo”, disse o professor Steven Grover, da Universidade de Montreal.
“O padrão é claro. Quanto mais um indivíduo pesa e quanto mais jovem é, maior o efeito sobre a sua saúde, pois eles têm muitos anos pela frente durante os quais o aumento dos riscos de saúde associados à obesidade podem impactar negativamente suas vidas”, complementou.
Em resposta às conclusões, Barbara Dinsdale, da organização Heart Research UK, disse: “Quantos mais alertas como estes precisamos? Esta pesquisa mais uma vez afirma a mensagem clara de que, tornando-se obeso, você não só perderá anos de vida como tornará em ‘anos perdidos’ os que restam, já que sua saúde estará em más condições e não será possível levar uma vida feliz, ativa e produtiva”.
Tam Fry, do Fórum Nacional de Obesidade do Reino Unido, disse: “As pessoas insistem em pensar que a gordura é apenas gordura e são ignorantes quanto às muitas doenças que um índice de massa corporal elevado dispara”.
“Se eles soubessem que podem perder uma perna ou ficar cegas por conta da diabetes, ou ainda desenvolver complicações que ameaçam a vida, tenho certeza que eles iriam pensar duas vezes antes de acumularem quilos”, completou.
Fonte: G1/Bem Estar
Crédito da foto: Sandra Cohen-Rose (via Flickr)

O que a Cirurgia Bariátrica faz?

1. Enxaqueca - melhora em 54% do casos
2. Depressão - melhora em 55% do casos
3. Pseudotumor cerebral - melhora em 96% do casos
4. Apnéia do Sono - melhora em 98% do casos
5. Colesterol e triglicerídeos - normaliza em 63%
6. Asma - melhora em 82% do casos
7. Esteatose hepática:
- melhora em 90% do casos
- desaparece a inflamação em 37% dos casos
- desaparece a fibrose em 20% dos casos
8. Doença cardiovascular - redução de 82% no risco
9. Pressão alta - melhora em 52% a 92% dos casos
10. Síndrome metabólica - melhora em 80% do casos
11. Refluxo - melhora em 72% a 98% do casos
12. Diabetes tipo II - melhora em 83% do casos
13. Síndrome do ovário policístico
- melhora do hirsutismo em 79% do casos
- melhora da disfunção menstrual em 100% do casos
14. Incontinência Urinária - melhora em 44% a 88% do casos
15. Inchaço nas pernas - melhora em 95% do casos
16. Doença degenerativa articular - melhora em 41% a 76% do casos
17. Gota - melhora em 77% do casos
18. Qualidade de vida - melhora em 95% do casos
19. Redução de 89% no risco de morte em 5 anos

O que você precisa saber sobre Hipo e Hiperglicemia

O que você precisa saber sobre Hipo e Hiperglicemia

O crescimento do número de pessoas com diabetes vem causando bastante preocupação em todo o mundo. Agora, mais do que nunca, é importante educar-nos sobre as causas da diabetes e encontrar uma solução para que a incidência de diabetes não aumente tão rapidamente. Os principais sintomas do diabetes incluem:

Urinar muitas vezes
Sentir muita sede
Sentir muita fome - mesmo que você está comendo
Fadiga extrema
Visão embaçada
Cortes / contusões que demoram a cicatrizar
A perda de peso - mesmo que você esteja comendo mais (Tipo 1)
Formigamento, dor ou dormência nas mãos / pés (Tipo 2)
Indivíduos com diabetes correm um maior risco de hiperglicemia ou hipoglicemia e é importante compreender as causas, sintomas e efeitos dessas condições. A ilustração acima mostra as diferenças entre hipo e hiperglicemias.
Então, qual é a diferença entre hiperglicemia vs. hipoglicemia?

A hiperglicemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de açúcar (glicose) no sangue, podendo ser causada pelo excesso de alimentação, falta de exercício ou, para os diabéticos, falta de insulina, podendo evoluir ao longo do curso de um dia ou vários dias.

Os principais sintomas de açúcar elevado em pessoas não diabéticas são semelhantes ao de um diabético e incluem: aumento da micção, sede e fome. Fadiga, agitação e perda de peso também podem ser sintomas menos comuns. Embora esses sintomas nem sempre signifiquem que você tem hiperglicemia.

Dependendo da causa da hiperglicemia, o tratamento médico pode ou não ser bem sucedido. Pessoas com níveis de glicemia levemente elevados, como acontece no pré-diabetes, conseguem muitas vezes reduzir os seus níveis de glicose através da incorporação de mudanças de dieta e estilo de vida, como beber mais água, um aumento da quantidade de exercício, a mudança de hábitos alimentares e ajuste de medicamentos.

A insulina é o tratamento de escolha para as pessoas com diabetes tipo 1. Para aqueles que têm diabetes tipo 2, uma combinação de diferentes medicamentos orais e injetáveis pode ser o melhor tratamento. Algumas pessoas com diabetes tipo 2 também podem precisar de tomar insulina.

A hipoglicemia é a baixa de açúcar no sangue e pode ser causada por não se alimentar o suficiente, exercício excessivo ou, para os diabéticos, tendo muita insulina no corpo. Outras possíveis causas de hipoglicemia incluem ingestão excessiva de álcool, uma vez que isso reduz os níveis de açúcar no sangue.
Os principais sintomas de hipoglicemia incluem sudorese, fadiga e tonturas. No entanto, outros sintomas mais graves incluem aumento da frequência cardíaca, visão turva, confusão, convulsões e, em casos graves, coma.

Alimentos que permitem liberação rápida de glicose no sangue incluem: refrigerantes açucarados, suco, doces, açúcar de mesa e similares. Em geral, 15 gramas de glicose (meio a um copo de refrigerante açucarado) é a quantidade recomendada para o controle da hipoglicemia, seguido por uma avaliação dos sintomas e um controle de glucose no sangue, se possível. Se após 10 minutos não houver melhora, deve-se repetir a ingestão de mais 10-15 gramas de glicose. Isto pode ser repetido até três vezes. Se ainda não houver indicação de melhora, em seguida, melhor consultar um médico.


Fonte: Hyperglycemia vs. Hypoglycemia: What You Need to Know.
Disponível em: http://ts08.mjt.lu/link/ts08/xlkt8jk8v6kg/2/mJclEBSTN7sMLg_iPqsHcw/aHR0cDovL3d3dy5tZWR0ZWNoLmVkdS9ibG9nL2h5cGVyZ2x5Y2VtaWEtdnMtaHlwb2dseWNlbWlhI3N0aGFzaC5oZkRRQkNucy5kcHVmLg%23sthash.hfDQBCns.dpuf.&source=gmail&ust=1466702716274000&usg=AFQjCNHF9lycewee4v95WmcjUNrTEp7zlg" style="color: rgb(27, 87, 177); text-decoration: none;">http://www.medtech.edu/blog/hyperglycemia-vs-hypoglycemia#sthash.hfDQBCns.dpuf.



Dr. Augusto Pimazoni Netto
Coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim – Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP